Reza um dos motes sobre os bolsonaristas o chiste segundo o qual eles não podem ver uma vergonha que já querem passar. Nesse final de 2025, começo de 2026, Flávio Bolsonaro (PL-SP) protagonizou uma dessas situações patéticas.
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O pré-candidato da extrema-direita à Presidência viajou para os Estados Unidos na esperança de encontrar integrantes do alto escalão do governo Trump, entre eles o secretário de Estado, Marco Rubio.
Ocupado com questões mais importantes como a crise envolvendo a Venezuela, Rubio mandou Flávio “pastar” e não quis saber de recebê-lo. Depois de levar a “porta na cara”, restou ao senador colocar o “rabinho entre as pernas”, negando que tenha pedido uma audiência com a autoridade estadunidense. Só faltou dizer “eu não queria mesmo”.
A verdade é que o governo Trump não quer saber mais dos Bolsonaros. Só usou Jair por conveniência política. Agora que o “mito” foi condenado e preso e Trump estabeleceu um canal direto de diálogo com o presidente Lula, o clã ficou falando sozinho.
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